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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Os falsos "príncipes" e a condição da Nobreza


Fieis Leitores deste Blog de Cavalaria. Novamente hoje trazemos notícias de falsos "príncipes", pessoas tristes, que não tendo se contentado com a condição em que nasceram, passaram a tentar usurpar os Direitos da Nobreza, digo "passaram a tentar", pois suas alegações são tão tolas que somente causam risos na Aristocracia. 

Mas afinal, o que faz uma pessoa acordar em determinada manhã e dizer "de hoje em diante, serei um 'príncipe ' "? Por certo são pessoas tristes e infelizes, pois não contentam-se com o lugar e a condição em que nasceram, e passam a viver em uma fraude digna de risos, passam a tentar dizerem-se "nobres" e "aristocratas", porém quem os ouve mais tem pena de suas tristes figuras do que qualquer outro sentimento. Depois, vem a indignação do ouvinte, pois fica evidente que o falso "príncipe" mais lembra um estúpido vassalo, pois lhe falta todos os elementos da Nobreza. 

Há alguns anos, meu avô (infelizmente já falecido), que foi Don Verginio Trivulzio-Galli, XII Príncipe de Mesolcina e do Sacrossanto Império Romano-Germânico, XII Príncipe de Mesocco e do Sacro Império, XXI Conde de Sax-Misox, XVI Duque de Alvito e Grande de Espanha, XVIII Marquês de Isola, XXVII Conde de Alvito, etc. nos contava que muitas pessoas, verdadeiramente admiradores da Nobreza, sempre queriam estar perto dos Nobres, admirando seu modo de vida. 

Falso "tratado de amizade" escrito por um suposto "príncipe do Mundo da Lua". Nate-se que referido "monarca" está fazendo uso indevido da Coroa Heráldica da Casa Principesca de Trivulzio-Galli.

Agora, porém, o sentimento das pessoas que admiram a vida da Nobreza é outro. Agora muitos não se contentam mais em estar próximo aos Nobres, muitos, querem ser "nobres", porém não compreendem que a Nobreza não é algo que pode ser adquirido como que por osmose. Não basta estar próximo e se "contagiar" pela Nobreza. Ou se nasce Nobre, ou não se nasce. Simples assim. 

E o pior é que agora, com o fenômeno das redes sociais, estes falsos "nobres" fazem "redes de reconhecimento" entre si; uma digna rede de aberrações, onde se é possível conceder um "título nobre e hereditário" por uma simples conversa no "Face", fazendo uso de brasões ridículos, e até mesmo roubando brasões de armas autênticos, ou partes de brasões. 

Note-se os erros heráldicos dos "brasões", e a falta de critério na escrita.

Seria, com certeza mais digno, que estes infelizes se contentassem com a condição em que nasceram, e não mais atentassem contra a Nobreza, pois falsidade ideológica, ainda é crime no Brasil.   

6 comentários:

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    1. Caro Sr. Marco Almeida. Irineu Evangelista de Souza, Barão e Visconde de Mauá obviamente não nasceu Nobre, muito pelo contrário, nasceu um burguês (plebeu), e tornou-se um ARISTOCRATA quando recebeu o título de Barão. Deve-se observar que o título de Barão e Visconde, por ele recebido, não possuíam o caráter de serem hereditários, logo, não faziam dele um Nobre, e sim um Aristocrata (aconselho que estude a diferença entre Aristocracia e Nobreza).

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    3. Caro Príncipe, obrigado pela resposta acima.
      Meus cumprimentos,

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